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EUA cobra três alemães por mercado maciço da dark web Até Brasileiro está envolvido.

Os EUA acabaram de fazer um busto na internet que faz o pico de 400.000 usuários do AlphaBay parecer modesto em comparação. Promotores federais acusaram três alemães anônimos por supostamente operar o Wall Street Market, um mercado negro que vendia drogas, falsificações e softwares de hackers para mais de 1,15 milhão de clientes. O trio teria mantido o site, incluindo chats transacionais, fóruns e transações financeiras.

Um quarto homem, o brasileiro Marcos Paulo De Oliveira-Aníbal, também foi acusado de servir como moderador que resolveu disputas de fornecedores e serviu como representante público (embora anonimamente). A Alemanha apresentou seu próprio conjunto de acusações contra seus três moradores.

As prisões ocorreram por meio de uma combinação de deslizes e os operadores efetivamente forçando as mãos das autoridades. A conexão VPN anônima de um acusado falhou, por exemplo, ajudando a polícia a identificar seu paradeiro. Além disso, os supervisores da WSM aparentemente perpetraram um “golpe de saída” em abril, canalizando todo o dinheiro do mercado (cerca de US $ 11 milhões) para suas próprias contas. Os vendedores descobriram que não podiam acessar seus fundos em 16 de abril, levando a polícia alemã a realizar uma série de prisões e mandados de busca.

Isso pode não impedir outros operadores de lojas virtuais escuras. Sites como o AlphaBay e o Silk Road 2.0 foram criados em resposta aos desligamentos de lojas anteriores, afinal de contas. Ainda é um grande golpe, e é um lembrete de que o anonimato da web escura não impede que os investigadores descubram lojas piratas.

Via Engadget Fonte Departamento de Justiça dos Estados